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Mostrando postagens de Abril, 2014

Recém saiu do forno! Uma peça multicolorida

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Em dezembro do ano passado, postei aqui imagens de alguns trabalhos que expus no Bazar +Arte e Cultura na UFRGS, lembram? Uma das peças que mais fez sucesso foi esta caixa com a máquina de costura aí:
Fiquei muito feliz, pois ela conquistou muita gente! E a partir daí surgiram pedidos de vários amigos para terem uma dessas em casa, ou para presentear pessoas queridas. Algumas já estão decorando salas e ateliês por aí, entre elas o modelo abaixo. 

Demorou até chegar a este resultado, é verdade. Mas cada detalhe foi pensado minuciosamente e com carinho. As ideias, vocês bem sabem, não vêm do nada. Para este projeto, a inspiração veio deste linda mesa ao ar livre produzida pela Lucila Zahran Turqueto para a revista Vogue. Lucila é a criadora do blog Casa de Valentina, que é fabuloso e repleto de inspiração. Recomendo tudo! Minha professora Ivete e eu buscamos em cada detalhe uma nova ideia e o resultado esta nesta peço multicolorida. Espero que também inspire vocês!

Páscoa sem coelhos? É possível!

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Conforme o prometido aqui, compartilho com vocês ideias para inspirar uma Páscoa sem tantos coelhos. Não me interpretem mal. Não tenho nada contra eles, pelo contrário. Neste mesmo post que citei, eu explico que adoro os clichês das datas festivas e acho que eles têm o importante papel de nos envolver com conforto e aconchego. Só que repetir as mesmas ideias ano após ano vai tornando a data chata e sem graça, para quem organiza e para quem é convidado. Por outro lado, comprar objetos decorativos novos a cada ano é um exagero e demonstra total falta de senso de simplicidade inteligente e criativa. O mais legal mesmo é sempre se reinventar, como costumo insistir por aqui. 
Claro que não é nada fácil fugir do tema "coelho", ainda mais daquele estilo mais infantil. Dá para perceber, nestas referências que divido com vocês, que há muita flor, afinal a Páscoa cai na primavera no hemisfério norte (as fontes que mais uso são de lá!). Apesar de estarmos no outono por aqui, nada nos im…

O bolo de cenoura perfeito e o cachorro traquinas. Não podia dar certo!

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Datas festivas são cheias de clichês, certo? Só que eu não vejo problema algum nisso. Natal, festa junina, aniversário de criança, Páscoa. Cada data tem o seu ritual e acho que é exatamente isso que torna cada uma dessas celebrações um momento especial, familiar e aconchegante. Só que há um detalhe fundamental: a graça nessa função toda é, a cada ano, planejar e inserir algo novo ao tradicional. E, assim, o que era para ser repetição se torna uma reinvenção.
Como é época de Páscoa (que é, aliás, a data mais importante entre as celebrações cristãs. Não nos esqueçamos!), estou quebrando a cabeça e cansando os olhos atrás de ideias que remetam à data, mas que justamente não fiquem apenas nos coelhos infantis e tal. Difícil missão, mas sigo firme, pois meu propósito é compartilhar com vocês sugestões para um almoço de Páscoa lindo, simples e com quem a gente ama perto. 
Enquanto não encontro os toques de reinvenção que procuro, fiquemos, então, nos clichês! Se é Páscoa, é época de bolo de c…

Reis, conquistas, arroz-doce e chocolate: como o açúcar mudou a História.

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Sou do time que ama livros. Gosto daqueles que nos transportam para longe e que não nos soltam mais. Sou fã também (é claro!) dos de gastronomia, que sempre me encantaram pelas belas imagens. Tem os de fotografia, de moda, de arte. Enfim, as prateleiras estão lotadas.
De dentro deste universo incrível, volta e meia surgem preciosidades como o Mil-folhas - História Ilustrada do Doce, da jornalista e tradutora Lucrecia Zappi (Cosac Naify, 2010). Oficialmente, é para ser um livro infanto-juvenil, mas não resisti. De vez em quando, capturo ele e dou uma espiada. Não é um livro de receitas, mas trata disso também. Não fala somente de História, mas poderia ser incluído nessa categoria. Poderia estar, tranquilamente, no meio das fábulas infantis. 
Com ilustrações belíssimas, Lucrecia reconta a história dos doces, fazendo um paralelo com a trajetória de importantes civilizações e sociedades. É, na verdade, um livro para os curiosos. O que os famosos biscoitinhos da sorte têm a ver com a guerra …