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Mostrando postagens com o rótulo projetos criativos

Campanha publicitária inteligente que nos trata como cidadãos inteligentes

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Sou uma entusiasta das ações de marketing e comunicação inteligentes. Esta, da IBM, é uma das melhores que vi nos últimos tempos. Felizmente, as grandes marcas deram-se conta de que aqueles velhos argumentos de persuasão na publicidade "tradicional" já não nos convencem mais e, em casos mais graves, são carregadas de preconceitos.  Campanhas como esta nos tratam como pessoas inteligentes. Mais do que consumidores, somos tratados como cidadãos, retomando a ideia - já não tão nova assim - do antropólogo argentino Néstor Garcia Canclini. Sem contar que, estes são excelentes exemplos de que é plenamente possível conciliar a geração de resultados a uma empresa com a multiplicação de impactos positivos na sociedade. Não deixem de assistir ao vídeo. E para conhecer melhor o projeto e deixar sugestões, o link é este aqui . Imagens: divulgação

Reis, conquistas, arroz-doce e chocolate: como o açúcar mudou a História.

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S ou do time que ama livros. Gosto daqueles que nos transportam para longe e que não nos soltam mais. Sou fã também (é claro!) dos de gastronomia, que sempre me encantaram pelas belas imagens. Tem os de fotografia, de moda, de arte. Enfim, as prateleiras estão lotadas. De dentro deste universo incrível, volta e meia surgem preciosidades como o Mil-folhas - História Ilustrada do Doce , da jornalista e tradutora Lucrecia Zappi (Cosac Naify, 2010). Oficialmente, é para ser um livro infanto-juvenil, mas não resisti. De vez em quando, capturo ele e dou uma espiada. Não é um livro de receitas, mas trata disso também. Não fala somente de História, mas poderia ser incluído nessa categoria. Poderia estar, tranquilamente, no meio das fábulas infantis.  Com ilustrações belíssimas, Lucrecia reconta a história dos doces, fazendo um paralelo com a trajetória de importantes civilizações e sociedades. É, na verdade, um livro para os curiosos. O que os famosos biscoitinhos da sorte tê...

Obra de arte torrada

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via  mauricebennett.co.nz Já passou um pouco da hora da torrada (ou misto quente, pra quem não é do sul), né? Bom, não importa. Torrada é sempre maravilhoso. O artista Maurice Bennett também concorda com isso. Conhecido como " the toastman ", Maurice simplesmente cria obras de arte com fatias de pão torradas. As nuances ele consegue a partir da queima dos pães com um maçarico, em tempos diferentes. Com os pães ele cria retratos incríveis, como o da Monalisa tomando sorvete, apresentado no Food Art Festival em Hong Kong.  via  mauricebennett.co.nz Mas Maurice não é o único. Uma das obras de arte mais famosas feitas com pão é da dupla  Ingrid Falk e Gustavi Aguerre. "Toaster" conta com 2.500 fatias de pão, criando a imagem de  5 metros de largura e 4,5 metros de altura. Vale lembrar também do clipe da banda OK Go., uma animação feita com 215 fatias com a assinatura de  Geoff Mcfetridge. Uma pena é pensar no desperdício de comida ...

Um sopro de cor e esperança na cidade

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Entusiasta da arte urbana e, claro, das múltiplas combinações de cores, eu não poderia deixar de admirar o trabalho da Mademoiselle Maurice . Há quem defina o trabalho dela como "grafitti de origami" e acho que a expressão descreve muito bem.  A jovem francesa, formada em arquitetura, resolveu morar no Japão. Foi lá que, inevitavelmente, ela se apaixonou pela arte das dobraduras. A originalidade da obra de Maurice, entretanto, não está no origami em si, mas nas combinações que ela cria com cada dobradura, com cada cor. Justamente aí está o seu encantamento: a unidade, isolada, é fundamental, mas a beleza se cria a partir do conjunto de todas essas unidades. Bela ideia, aliás, para iniciar uma reflexão sobre nós enquanto indivíduos e grupos. Mas isso pode ser tema para um próximo post.  De volta à Mademoiselle Maurice, vejo sua obra como uma área de escape no meio da cidade cinzenta, dura e passageira. Profundamente impactada com os terremotos e explosões na u...

Cara de quem comeu e não gostou

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Parece que os fotógrafos April Maciborka e David Wile realmente querem mostrar desde cedo às crianças que a vida não é tão doce assim. Em um trabalho em parceria, os dois realizaram o ensaio fotográfico abaixo, registrando as reações das crianças ao experimentar limão pela primeira vez. Uma espontaneidade encantadora, própria das crianças. As imagens falam por si: Do site  hypeness.com.br. T odas as imagens de   April Maciborka

Tu faz o que tu ama?

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Desde ontem venho pensando em dar um tempo nos postos mais reflexivos e trazer algum projeto DIY para iniciar a semana com transformação, cor e manualidades. Iniciei a segunda-feira pensando assim e desse jeito permaneceu. Até cair num famoso filme, criado pela empresa que admiro muito, a Box 1824 . Assim como a CO.R, da qual já falei aqui , a Box é uma empresa de pesquisa, tendências e inovação. Um oceano de referências e inspirações. Em 2010, eles criaram o primeiro filme, we all want to be young , para mostrar um pouco sobre a evolução das gerações, iniciando lá nos Baby Boomers e finalizando na atual, os Millennials. O vídeo foi um sucesso. Dois anos mais tarde eles criam este "raio" deste filme que vos apresento. Um raio mesmo, pois bota o dedo na ferida, de quem é dessa geração, e de quem não é também! Além da produção impecável, acho que vale à pena assistir por levantar uma série de questionamentos sobre o mundo do trabalho de hoje e o modo de vida que esco...

Um mesmo objeto, olhares distintos.

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Vocês já devem ter visto ou ouvido por aí aquelas campanhas publicitárias pela real beleza. Não tenho certeza, mas creio que tenha surgido lá pelo início dos anos 2000 essa onda de propagandas que buscam valorizar as mulheres como elas são, fugindo de estereótipos e tal.  Ou seja, a ideia não é nova. E as ideias não precisam ser originais o tempo todo, por favor! Vamos abandonar o pensamento arcaico de que ser inovador/ criativo significa ter,  a todo momento,  ideias jamais imaginadas. A ideia já pode existir, e não há problema nisso. Acredito que a inovação deve estar especialmente na expressão dessa ideia, na forma de colocá-la em prática, na sua materialização.  É aí que me vêm à mente duas campanhas publicitárias recentes que tratam desse assunto que já estamos até cansados de ouvir, a beleza das mulheres "comuns". Mas o que me chamou a atenção foi que ambas apresentam formas criativas de dizer isso, com muita delicadeza e sensibilidade. Formas novas de ...

E mais guarda-chuvas invadiram a cidade

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Faz pouco tempo que falei aqui sobre pensar fora da caixa e a ressignificar objetos, lembram? Citei a instalação de guarda-chuvas, em pleno sol do verão europeu, na cidade portuguesa de Águeda.  Pois os guarda-chuvas e suas cores vibrantes conquistaram a população da cidade e de gente de todo o mundo. E se tornaram a marca do festival cultural que anualmente toma conta da cidade, o AgitÁgueda . Realizado desde 2006 pela prefeitura, o festival tem como proposta " criar um ponto de encontro para as noites de Verão, junto ao rio, e proporciona momentos de convívio, cultura e lazer num espaço de qualidade"¹. A programação inclui espetáculos que primam pela originalidade e diversão, valorizando talentos e indústrias locais.  A iniciativa busca também revitalizar o centro histórico da cidade, " criando movimento e capacidade de atração, oferecendo qualidade e espaços de convívio que devolvam a Cidade e o rio à população. Procura-se também promover hábitos ...

Arte em papel, um encanto!

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Foi só uma rápida busca pela internet por arte em papel. Só que o resultado foi um universo incrível de obras de arte e da capacidade criativa dos artistas. Uma delas é Rebecca J. Coles e suas nuvens de borboletas. E que tal criar pequenas cenas dentro de rolos de papel? De encher os olhos. 

A reinvenção das bicicletas. E a nossa?

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Há alguns dias, assisti a uma palestra da empresa CO.R que mexeu bastante comigo. A CO.R presta serviços de consultoria, oferecendo estratégias de inovação às empresas. A fundadora, Rita Almeida, é uma profissional absolutamente criativa, de muita visão de negócios e, principalmente, de gestão de pessoas. E a empresa, obviamente, tem a cara dela. Na palestra, falamos em inovação, criatividade e engajamento das pessoas. Enfim, me encantei com essa história toda.  Dentre tantas ideias legais que trocamos, uma das que mais me deixou pensando foi sobre o case da empresa Caloi. Sim, aquela das bicicletas da nossa infância! E o que as bicicletas da Caloi têm a ver com essa reflexão? É que elas me fizeram pensar sobre reinvenção .  A Caloi tem mais de 100 anos de história e é uma empresa familiar. Seus dirigentes nunca tinham pensado em alterar seu posicionamento de marca, missão, identidade visual etc. Afinal, para o presidente, estava tudo indo bem. Eles não produzem ...

Nuvem carregada

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Chove, chove e chove em Porto Alegre. Por isso, hoje resolvi escrever aqui sobre... nuvens! Mais um projeto de mentes criativas que me encantou. Postei no Facebook algumas informações, mas aqui tenho mais espaço para mostrar. O projeto se chama simplesmente CLOUD ( nuvem em inglês). É uma instalação artística de larga escala, que conta com a colaboração e interação das pessoas. Os artistas   Caitling Brown e Wayne Garrett criaram esta obra, com mais de 6.000 lâmpadas incandescentes. A grande maioria são lâmpadas queimadas, doadas pela comunidade. Apenas 200 podem ser acesas e é aí que entra a interação com o público.  Mais um projeto que traz um novo sentido a um objeto que era dado como lixo. Linda ideia! Mais informações no site www.i ncandescentcloud.com . Créditos: Doug Wong Créditos: Doug Wong